
Evento organizado pelo MEC ocorre nos dias 23 e 24 de fevereiro, com a presença de lideranças governamentais e organizações estratégicas da América Latina. Iniciativa integra ações do Compromisso Criança Alfabetizada

Foto: Divulgação/MEC
Para fortalecer a cooperação internacional na área de educação no continente latino-americano, o Ministério da Educação (MEC) realizará, nos dias 23 e 24 de fevereiro, em Brasília, o Encontro Internacional Alfabetização, Equidade e Futuro. O evento, que integra as ações do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, reunirá lideranças governamentais e organizações estratégicas da América Latina para reforçar compromissos e decisões que acelerem a alfabetização na idade certa com equidade na região. O debate educacional sobre compreensão leitora contará com representantes dos países: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México, Peru e Uruguai.
O objetivo principal do encontro é a construção de um compromisso político regional e de uma agenda técnica comum em torno da garantia do direito à alfabetização de todas as crianças no início do ensino fundamental. Para isso, ao longo de dois dias e uma intensa programação de painéis, os participantes poderão alinhar, com as lideranças educativas dos diferentes países, uma visão política comum em torno da centralidade do direito à alfabetização para todas as crianças e de suas conexões com o tema da equidade e do futuro comum.
A proposta é também promover o debate técnico sobre a agenda de política educacional, com base em pesquisas da área da alfabetização realizadas no continente, e produzir consensos estratégicos em torno do presente e do futuro da agenda de alfabetização das crianças.
A agenda foi estruturada, principalmente, para responder aos desafios reais da gestão pública na área da alfabetização. Entre os principais temas destacam-se:
A programação completa está disponível na página do evento, que será transmitido pelo canal do MEC no YouTube. Com tradução simultânea para os idiomas português, espanhol e Língua Brasileira de Sinais (Libras), o encontro projeta as discussões para todos os territórios, permitindo que pessoas interessadas no assunto integrem e acompanhem os painéis.
Participantes – O evento reunirá lideranças políticas e técnicas do Brasil e de países da América Latina, além de secretarias estaduais e municipais, organismos internacionais, universidades, redes de pesquisa, movimentos sociais e sociedade civil organizada.
Parceiros – A realização é do MEC, por meio do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA), em parceria com a Associação Nacional de Política e Administração da Educação (Anpae), a Associação Brasileira de Alfabetização (Abalf), o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), a União dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), o Conselho Nacional de Secretários de Educação das Capitais (Consec), a Associação Bem Comum, a Fundação Lemann e o Instituto Natura.
Compromisso – O Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA) é realizado em regime de colaboração entre a União e os entes federados. O objetivo é garantir que 100% das crianças brasileiras estejam alfabetizadas ao final do 2º ano do ensino fundamental, conforme previsto na Meta 5 do PNE. O CNCA busca, ainda, garantir a recomposição das aprendizagens, com foco na alfabetização de 100% das crianças matriculadas no 3º, no 4º e no 5º ano do ensino fundamental, tendo em vista o impacto da pandemia para esse público.
O compromisso não propõe uma resposta única ou centralizada para todo o país. Cada estado, em colaboração com seus municípios, elaborará sua política de alfabetização do território, de acordo com suas especificidades.
Fonte: Assessoria de Comunicação Social do Ministério da Educação (MEC)

Estão oficialmente abertas as inscrições para gestores municipais que desejam transformar a realidade educacional de seus territórios por meio do apoio do programa Educar pra Valer (EpV).
As inscrições irão até o dia 27 de fevereiro através do site www.abemcomum.org. Esta iniciativa estratégica, fruto da união de esforços da Aliança pela Alfabetização composta pela Associação Bem Comum, Fundação Lemann e Instituto Natura visa selecionar novas redes municipais para o ciclo de 2026, oferecendo assessoria técnica gratuita e especializada.
O foco central da cooperação permanece na garantia da alfabetização na idade adequada e na promoção da equidade de aprendizagem em Língua Portuguesa e Matemática para os anos iniciais do Ensino Fundamental, consolidando-se como uma oportunidade ímpar para prefeitos e secretários de educação que buscam elevar os indicadores de qualidade de ensino e fortalecer a gestão pública em suas cidades. A metodologia do programa baseia-se no apoio contínuo às secretarias de educação para a implementação de boas práticas de gestão pedagógica e administrativa, pilares fundamentais para assegurar que toda criança desenvolva a capacidade de ler, escrever e resolver problemas no tempo adequado.
É importante que os gestores interessados em integrar essa rede de colaboração e compromisso público façam a consulta ao edital oficial e o preenchimento do formulário de inscrição para formalizar a participação.
Garantir que toda criança aprenda a ler, escrever e resolver problemas no tempo certo é abrir portas para novas oportunidades, fortalecer trajetórias escolares e ampliar horizontes para o futuro.

Em outubro, a Associação Bem Comum intensificou seu apoio às redes parceiras em uma ampla mobilização junto a prefeitos(as), secretários(as) estaduais e municipais de educação e demais lideranças educacionais, para garantir a participação dos estudantes nas avaliações externas de 2025, especialmente no Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB) e nas avaliações estaduais. Foram realizadas reuniões estratégicas com gestores públicos, campanhas de comunicação e a distribuição de uma cartilha orientadora, com orientações práticas para apoiar secretarias e escolas na mobilização local. Entre os destaques, em Salvador (BA), o secretário de Educação articulou uma campanha com o cantor Carlinhos Brown, que gravou um vídeo explicativo sobre a importância do SAEB. Em Itapecuru Mirim (MA), o prefeito Filipe Marreca percorreu pessoalmente as escolas para agradecer profissionais e alunos pelo envolvimento, alcançando quase 100% de participação nas avaliações. A iniciativa reforça a importância da articulação entre governos locais, escolas e sociedade civil para fortalecer a cultura de avaliação, essencial para o avanço da educação pública com equidade e qualidade.

Articulado pela Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB), o Movimento Bahia pela Educação tem o objetivo de fortalecer as ações do Governo do Estado – por meio Secretaria da Educação (SEC) e da União dos Municípios da Bahia (UPB), com o apoio da Associação Bem Comum – para garantir a melhoria do ensino e da aprendizagem nos anos iniciais, garantindo a alfabetização das crianças até o 2° ano do Ensino Fundamental. Durante o evento de lançamento, o Prêmio Município Alfabetizador foi anunciado como parte das iniciativas. A premiação reconhecerá os municípios com os melhores resultados em 2024 e já tem data prevista: 15 de dezembro. Além do engajamento do SESI, FIEB, Federação Federação da Agricultura e Pecuária (FAEB) e Fecomércio, também integram o Movimento: a Undime, o Ministério Público, Sebrae, União dos Prefeitos da Bahia, Federação das Indústrias e dos Transportes.
Mais informações: https://www.ba.gov.br/educacao/noticias/2025-10/2531/sistema-s-une-esforcos-com-o-governo-da-bahia-para-alfabetizacao-de-criancas

Em 2025, 12 dos 18 estados que integram a rede de parceiros da Associação Bem Comum irão coordenar, de forma autônoma, a aplicação da Avaliação de Fluência em Leitura — uma importante ferramenta para diagnosticar o nível de leitura de crianças do 2º ano do Ensino Fundamental.
Aplicada por meio de uma plataforma desenvolvida em parceria com o CAEd, a avaliação mede a capacidade dos estudantes de ler palavras e textos em Língua Portuguesa, permitindo identificar com precisão o estágio de leitura e orientar estratégias pedagógicas individualizadas.
Desde o início da parceria, a Bem Comum oferece apoio técnico às redes estaduais na implementação da avaliação. A transição para a gestão direta pelos estados marca um avanço no amadurecimento das políticas públicas de alfabetização. Este processo envolve desde a formação das equipes escolares no uso da plataforma, passando pelo cadastro de estudantes, organização dos cadernos de teste, aplicação e sincronização dos áudios, até a análise dos resultados por cada escola e estudante.
O Núcleo de Avaliação da Bem Comum tem atuado diretamente com os estados, oferecendo orientações e recomendações técnicas para apoiar essa nova etapa de consolidação das políticas de alfabetização, com foco na autonomia, qualidade e equidade na aprendizagem.

Aracaju está escrevendo uma história de transformação na alfabetização. Depois de registrar crescimento de 17,5% no Índice Criança Alfabetizada (ICA) em 2024 e ser reconhecida como a capital brasileira e cidade de grande porte com o maior avanço em alfabetização, o município decidiu aprofundar suas estratégias para consolidar os resultados e garantir que cada estudante avance ainda mais.
O trabalho em curso combina formação continuada qualificada, gamificação pedagógica e uso inteligente da tecnologia, criando um ambiente que fortalece tanto o trabalho docente quanto o engajamento dos estudantes.
Pequenos grupos fortalecem a prática pedagógica
Uma das principais ações desenvolvidas pela rede municipal são as formações continuadas organizadas em pequenos grupos de 10 a 12 professores. A mesma estratégia tem sido aplicada com os coordenadores pedagógicos, criando espaços mais íntimos e propícios para análises pedagógicas aprofundadas.
Esses encontros favorecem o diálogo franco sobre as dificuldades reais de cada turma, permitindo trocas de experiências qualificadas e ajustes mais assertivos no trabalho docente. O formato reduzido potencializa a escuta, a colaboração e a construção coletiva de soluções pedagógicas.
“Caça ao Tesouro”: missões, pedras preciosas e cinema
Paralelamente às formações, Aracaju vem desenvolvendo uma iniciativa que tem impactado diretamente a motivação dos estudantes e o clima escolar: a “Caça ao Tesouro”. A ação gamificada permite que as turmas acumulem “joias” simbólicas conforme o desempenho médio nas chamadas “missões”, realizadas a partir de simulados avaliativos.
Essas conquistas podem ser trocadas por experiências especiais, como sessões de cinema organizadas pelas próprias escolas ou pela rede municipal. Além de tornar o ambiente mais leve e motivador, a estratégia estimula a cooperação entre os estudantes, já que o desempenho médio da turma é o que define o avanço no jogo, incentivando o apoio mútuo e o trabalho colaborativo.
A primeira rodada das missões já foi concluída, e as turmas começaram a acumular suas primeiras pedras. O processo se estende até novembro, quando os estudantes poderão trocar as joias acumuladas por benefícios coletivos.
Correções qualificadas ao vivo: tecnologia a serviço da aprendizagem
Outro diferencial da estratégia de Aracaju é o trabalho sistemático com avaliações diagnósticas e formativas ao longo de todo o ano, tanto em leitura quanto em itens objetivos. A análise criteriosa dos resultados serve de base para intervenções rápidas e direcionadas.
Um dos pontos inovadores desse processo é a introdução das correções qualificadas em rede: momentos em que a equipe de formação entra, ao vivo, nas salas de aula por meio das telas interativas instaladas nas escolas. Nessas ocasiões, professores e alunos analisam juntos os itens avaliativos, explorando os distratores, comentando minuciosamente as alternativas e desenvolvendo um olhar pedagógico mais refinado sobre o processo de aprendizagem.
O uso inteligente da tecnologia permite que a rede inteira se conecte em tempo real, democratizando o acesso a análises qualificadas e fortalecendo a cultura avaliativa de forma colaborativa.
Com esse conjunto de ações Aracaju consolida seu compromisso com a alfabetização e fortalece a rede municipal de educação.
As estratégias desenvolvidas demonstram que resultados consistentes nascem de políticas bem estruturadas, que valorizam o trabalho docente, engajam os estudantes e colocam a aprendizagem no centro das decisões pedagógicas.
Fortalecer práticas inovadoras e compartilhar experiências exitosas é fundamental para que mais redes avancem na garantia do direito de todas as crianças aprenderem na idade certa. Aracaju mostra que, com articulação e compromisso coletivo, é possível transformar desafios em conquistas reais.
Após maior avanço entre capitais brasileiras em 2024, município intensifica formações personalizadas, gamificação e uso de tecnologia para garantir aprendizagem de qualidade
Aracaju está escrevendo uma história de transformação na alfabetização. Depois de registrar crescimento de 17,5% no Índice Criança Alfabetizada (ICA) em 2024 e ser reconhecida como a capital brasileira e cidade de grande porte com o maior avanço em alfabetização, o município decidiu aprofundar suas estratégias para consolidar os resultados e garantir que cada estudante avance ainda mais.
O trabalho em curso combina formação continuada qualificada, gamificação pedagógica e uso inteligente da tecnologia, criando um ambiente que fortalece tanto o trabalho docente quanto o engajamento dos estudantes.
Pequenos grupos fortalecem a prática pedagógica
Uma das principais ações desenvolvidas pela rede municipal são as formações continuadas organizadas em pequenos grupos de 10 a 12 professores. A mesma estratégia tem sido aplicada com os coordenadores pedagógicos, criando espaços mais íntimos e propícios para análises pedagógicas aprofundadas.
Esses encontros favorecem o diálogo franco sobre as dificuldades reais de cada turma, permitindo trocas de experiências qualificadas e ajustes mais assertivos no trabalho docente. O formato reduzido potencializa a escuta, a colaboração e a construção coletiva de soluções pedagógicas.
“Caça ao Tesouro”: missões, pedras preciosas e cinema
Paralelamente às formações, Aracaju vem desenvolvendo uma iniciativa que tem impactado diretamente a motivação dos estudantes e o clima escolar: a “Caça ao Tesouro”. A ação gamificada permite que as turmas acumulem “joias” simbólicas conforme o desempenho médio nas chamadas “missões”, realizadas a partir de simulados avaliativos.
Essas conquistas podem ser trocadas por experiências especiais, como sessões de cinema organizadas pelas próprias escolas ou pela rede municipal. Além de tornar o ambiente mais leve e motivador, a estratégia estimula a cooperação entre os estudantes, já que o desempenho médio da turma é o que define o avanço no jogo, incentivando o apoio mútuo e o trabalho colaborativo.
A primeira rodada das missões já foi concluída, e as turmas começaram a acumular suas primeiras pedras. O processo se estende até novembro, quando os estudantes poderão trocar as joias acumuladas por benefícios coletivos.
Correções qualificadas ao vivo: tecnologia a serviço da aprendizagem
Outro diferencial da estratégia de Aracaju é o trabalho sistemático com avaliações diagnósticas e formativas ao longo de todo o ano, tanto em leitura quanto em itens objetivos. A análise criteriosa dos resultados serve de base para intervenções rápidas e direcionadas.
Um dos pontos inovadores desse processo é a introdução das correções qualificadas em rede: momentos em que a equipe de formação entra, ao vivo, nas salas de aula por meio das telas interativas instaladas nas escolas. Nessas ocasiões, professores e alunos analisam juntos os itens avaliativos, explorando os distratores, comentando minuciosamente as alternativas e desenvolvendo um olhar pedagógico mais refinado sobre o processo de aprendizagem.
O uso inteligente da tecnologia permite que a rede inteira se conecte em tempo real, democratizando o acesso a análises qualificadas e fortalecendo a cultura avaliativa de forma colaborativa.
Com esse conjunto de ações Aracaju consolida seu compromisso com a alfabetização e fortalece a rede municipal de educação.
As estratégias desenvolvidas demonstram que resultados consistentes nascem de políticas bem estruturadas, que valorizam o trabalho docente, engajam os estudantes e colocam a aprendizagem no centro das decisões pedagógicas.
Fortalecer práticas inovadoras e compartilhar experiências exitosas é fundamental para que mais redes avancem na garantia do direito de todas as crianças aprenderem na idade certa. Aracaju mostra que, com articulação e compromisso coletivo, é possível transformar desafios em conquistas reais.

Entre os dias 9 e 11 de setembro, o evento “Pontes para a Mudança: uma conexão entre Brasil e Índia”, organizado pela Fundação Lemann e Central Square Foundation, reuniu organizações brasileiras e indianas que trabalham com educação para uma troca de experiências sem precedentes. A iniciativa buscou conectar dois gigantes do Sul Global que têm apresentado avanços significativos em seus sistemas educacionais, promovendo diálogos sobre soluções inovadoras para desafios comuns de escala e diversidade.
Como parte da programação do evento, foi realizada uma visita técnica para que os enviados das organizações indianas pudessem conhecer, na prática, como funciona uma escola brasileira. A experiência foi realizada em duas escolas do município de Ferraz de Vasconcelos, onde a delegação indiana observou o funcionamento da educação pública brasileira e conheceu o programa Educar pra Valer, da Associação Bem Comum, focado no fortalecimento da alfabetização através do regime de colaboração.
A secretária municipal de Educação, Paula Trevizolli, e sua equipe receberam os visitantes para diálogos sobre estratégias de implementação, metodologias pedagógicas e monitoramento de resultados. Os representantes indianos demonstraram grande interesse pela experiência, fazendo diversas perguntas e prolongando as conversas até o final do dia.
O “Pontes para a Mudança” evidencia como a cooperação internacional pode acelerar a identificação de soluções eficazes na educação. A troca de experiências práticas entre países em desenvolvimento que enfrentam desafios estruturais similares representa uma estratégia valiosa para a melhoria dos resultados de aprendizagem e o fortalecimento dos sistemas educacionais.

A Associação Bem Comum está em busca de um (a) coordenador (a) de Educação Infantil que atuará em modelo de trabalho híbrido e é necessário ter disponibilidade para viagens. O escritório da Bem Comum é em Fortaleza (CE), onde acontecem reuniões presenciais de forma sistemática.
São necessários conhecimentos em gestão de políticas públicas educacionais e/ou gestão escolar, dentre outros temas.
A contratação será realizada na modalidade Pessoa Jurídica.
As inscrições ficam abertas até o dia 28 de setembro de 2025.
Confira todos os detalhes sobre a vaga, atribuições e critérios de seleção no Termo de Referência (PDF) abaixo.
Para informações, entre em contato com nosso setor de Gente & Gestão pelo e-mail: gentegestao@abemcomum.org.

A alfabetização infantil ganhou destaque como prioridade nas agendas do Brasil e da Argentina, em um artigo de opinião publicado na revista Mercado (Argentina). O texto é assinado por Veveu Arruda, diretor-presidente da Associação Bem Comum, e Florencia Mezzadra, líder da Fundación Instituto Natura na Argentina. Eles apresentam reflexões sobre como ampliar o impacto das políticas públicas de alfabetização por meio de articulação entre governos, instituições e sociedade civil.
Leia a matéria completa no site da revista Mercado.